A Ponta do Iceberg's Blog

Como você faz a diferença?

Plástico reciclado vira tijolo março 11, 2014

Filed under: Arquitetura Sustentável — apontadoiceberg @ 4:21 pm
E se a construção de sua própria casa fosse tão fácil brincar?
Ecomat são blocos de construção de porte industrial, 100% reciclados. Esses tijolos coloridos para entrelaçar são leves, resistentes e podem ser usados para construir praticamente qualquer estrutura que você pensar.
Cada tijolo tem 33 centímetros de comprimento por 25 de altura. Para montar uma casa, basta ir encaixando um no outro. Como são leves e dispensam materiais como vigas de metal e cimento, os tijolos exigem menos transporte e processos industriais – o que alivia a emissão de poluentes no ambiente. Os fabricantes garantem que os tijolos oferecem isolamento térmico e acústico. E até proteção contra terremotos.
Veja o vídeo no qual Danny Smile Wahab, diretor criativo da Ecomat, é entrevistado pelo Livegreenblog, falando sobre as propriedades desta aplicação inovadora.
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Vamos construir janeiro 13, 2014

Filed under: Arquitetura Sustentável — apontadoiceberg @ 10:17 pm

construção sustentável

 

Fonte: https://www.facebook.com/obras.sustentaveis

 

Vaso sanitário brasileiro economiza 50% de água

Filed under: Arquitetura Sustentável — apontadoiceberg @ 10:28 am

Segundo a fabricante, a novidade pode ajudar a revolucionar o setor. O sistema usa apenas 2 litros de água, enquanto os convencionais gastam de 6 a 10 litros

Vanessa Daraya
INFO Online – 05/04/2013

Sustainable sanitation / Creative Commons

A empresa brasileira Acquamatic criou um vaso sanitário que economiza mais de 50% da água. O sistema usa apenas 2 litros de água, enquanto os convencionais gastam de 6 a 10 litros.

Segundo a fabricante, a novidade pode ajudar a revolucionar o setor. Isso porque um dos grandes vilões das grandes empresas e centros empresariais é o consumo de água, que além de custar caro, contribui para o uso desnecessário da água. Nesses ambientes, o banheiro é local com o maior desperdício, com torneiras, duchas e vasos sanitários desregulados.

O vaso usa um basculante que despeja os dejetos no canal de esgoto do edifício pela própria dinâmica da água, sem usar eletricidade. Tudo isso sem uso de sifonagem, método que usa um cano de plástico ou vidro com uma articulação capaz escoar a água de um local para outro.

Além de usar metade da água que um vaso sanitário comum desperdiça, o vaso é feito em ABS, matéria mais leve e durável do que a louça. Por ser produzido com um polímero resistente, não polui o meio ambiente durante a produção ou no descarte.

O Projeto C.U.R.A*, sigla para Consumo e Uso Racional da Água, idealizado pela Acquamatic, é uma concepção de Leonardo Sousa, atual diretor da empresa. Segundo o fabricante, a lista de clientes do projeto inclui Mercedes Benz, Johnson&Johnson, Porto Seguro, PUC, VIVO, Shoppings Centers, entre outros.

 

*Projeto C.U.R.A

 

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/vaso-sanitario-brasileiro-economiza-50-agua-737967.shtml?utm_source=redesabril_psustentavel&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_psustentavel&

 

Sistema utiliza esgoto e chuva para regar paredes e telhados verdes de edifícios dezembro 10, 2013

Filed under: Arquitetura Sustentável — apontadoiceberg @ 2:54 pm
O esgoto é reutilizado na irrigação de jardins, assim como nas coberturas e paredes verdes.

Um novo sistema criado pela empresa brasileira Ecotelhado traz uma inovação para o mercado da construção civil mundial. Chamado de “Sistema Integrado Ecoesgoto”, ele trata todos os resíduos orgânicos do edifício, provenientes das descargas de sanitários, papel higiênico e restos de alimentos, e os reutiliza na irrigação de jardins, assim como nas coberturas e paredes verdes.

Enquanto nos EUA e na Europa, o sistema é alternativa sustentável para descentralizar o tratamento de esgoto e reaproveitar a água em caso de calamidade, no Brasil e em outros países da América Latina, África e Ásia, a tecnologia pretende resolver problemas de saneamento básico, ainda tão presentes. Além disso, hoje, a água vem de lugares distantes, e, após ser usada, é enviada também para longe para ser tratada, ou, simplesmente, é despejada em rios e córregos sem tratamento algum.


Imagem: Ecotelhado

O sistema integra o tratamento de resíduos orgânicos dentro do próprio empreendimento. A água tratada por um filtro biológico é utilizada para regar telhados verdes e jardins verticais. O sistema também prevê a captação e reutilização da água da chuva.

O projeto, que não usa produtos químicos e necessita de pouca manutenção, também economiza energia, pois o processo evaporativo – por meio da parede e da cobertura verde – cria uma barreira contra o frio e o calor, gerando economia em sistemas de condicionamento.

Por ser tão completo e sustentável, um edifício que utiliza o sistema integrado pontua em todas as exigências para obtenção dos principais selos de construção sustentáveis do mundo.

Veja nos vídeos abaixo como o sistema funciona:

 http://www.youtube.com/watch?v=83uKGTfg6xU

http://www.youtube.com/watch?list=UU0Zc1L28enufjV32uqeohFA&v=V08Hvm4IR_0

João Feijó, engenheiro agrônomo e diretor da Ecotelhado, explica que o sistema foi criado com o objetivo de promover uma solução sustentável para a irrigação de paredes e coberturas verdes. “Essas estruturas ajardinadas consomem muita água, e, o que era para ser sustentável por trazer o verde à cidade e diminuir o CO2, acaba se tornando um grande problema por consumir muita água, já tratada. Além disso, as plantas preferem a água tratada pelo vermifiltro, que não possui cloro e contém microrganismos, essenciais para a vida das plantas.”

Segundo Feijó, a infraestrutura verde precisa entrar no planejamento das cidades. “É a resposta mais inteligente para diversos problemas urbanos. Se os telhados e paredes verdes devem prosperar, primeiramente devemos repensar o tipo de água que também vamos usar”, finaliza.

Mayra Rosa – Redação CicloVivo

 

Conheça Songdo, a cidade do futuro da Coréia do Sul dezembro 2, 2013

Filed under: Arquitetura Sustentável — apontadoiceberg @ 3:52 pm
songdo-2-archleague.org_

O uso das tecnologias da informação para reduzir problemas como trânsito, eficiência energética e descarte de lixo já uma realidade praticada em diversos países. Songdo, na Coreia do Sul, está sendo construída do zero  com base nos conceitos de smart city (Cidade Inteligente).

Com um pouco mais de 6 km² de território à beira-mar, localizado a 65 km de Seul, a cidade sul-coreana vai contar com cerca de 80 bilhões de dólares (pouco mais de R$ 160 milhões) do governo para vir a ser um município referência em sustentabilidade para todo o mundo. Para isso, tudo será integrado na internet, como por exemplo, as garrafas de refrigerante com sensores Wi-Fi para computar descontos nos impostos dos moradores que lançarem o material no cesto de reciclagem, informou a Folha de S. Paulo.

Para atingir a meta de ser uma cidade sem excesso de trânsito, as ruas terão sensores no asfalto que analisam o tempo de deslocamento de veículos em engarrafamentos. Sensores também estarão presentes em postes de iluminação pública para diminuir a intensidade das luzes quando não há ninguém passando.

Brasil engatinha

O Brasil ainda engatinha quando o assunto é cidades inteligentes, mas já ensaia os primeiros passos. Em Porto Alegre, por exemplo, ferramentas tecnológicas informam diretamente aos órgãos competentes a necessidade de podas das árvores e recuperação asfáltica. Sensores nos postes enviam sinal ao Centro Integrado de Comando (parceria da prefeitura com a IBM).

No Rio de Janeiro, uma parceria da IBM com a prefeitura firmada em 2010 está entre os principais cases da multinacional nessa área. Costumeiramente castigada pelas chuvas no início de cada ano, a capital fluminense carecia de um sistema meteorológico que pudesse antecipar, com uma boa margem de antecedência, os riscos de tempestades e suas já conhecidas consequências, informou o site da  Revista [B+].

Em Pernambuco, outro exemplo de sucesso é o PE Digital, uma solução integrada de telecomunicação e informática cuja proposta é integrar todo o estado, em quatro anos, via fibra ótica, rádio digital e satélites. O consórcio Telemar/Unisys já implementou e conectou, por meio de uma solução que conta com o suporte da tecnologia Cisco, 28 Pontos de Acesso (PAS), situados em locais estratégicos, espalhados do sertão pernambucano à ilha de Fernando de Noronha.

A cidade ainda está em construção, mas algumas áreas já ficaram prontas.

Fonte: http://mudaprojeto.wordpress.com/2013/08/12/conheca-songdo-a-cidade-do-futuro-da-coreia-do-sul/?goback=.gde_1726197_member_5793345031603507203#!

Site oficial da cidade: www.sondgo.com

 

Vejam abaixo as imagens das obras e dos modelos em 3D:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Containers: do transporte de cargas para arquitetura novembro 20, 2013

Filed under: Arquitetura Sustentável — apontadoiceberg @ 9:50 pm
container loja

Em 1937 quando criou o contêiner e revolucionou o transporte de grandes cargas em navios e trens, o norte-americano Malcom McLean não poderia imaginar que décadas mais tarde ele serviria também como opção de moradia.

Elaboradas em aço, estas caixas retangulares são aposentadas após dez anos de uso. Ao notarem a enorme quantidade delas em bom estado nos depósitos, japoneses, ingleses e holandeses decidiram reaproveitá-las de outra maneira. E ao empilharem algumas unidades, montaram com o material os primeiros hotéis e vilas estudantis há cerca de uma década.

Logo, percebeu-se que os contêineres poderiam compor casas confortáveis e o conceito que ajuda a poupar recursos naturais e financeiros se espalhou por vários países. Por aqui, a primeira residência foi construída em 2011 pelo arquiteto Danilo Corbas, da capital paulista. “Meu interesse surgiu pela estética industrial e vontade de trazer essa linguagem para a arquitetura. Pesquisei e encontrei fora do Brasil algumas casas em contêineres e foi amor à primeira vista”, relata o profissional que já projetou três residências com o perfil.

Ainda raras no País, Corbas defende o uso destas habitações. “Elas oferecem rapidez na produção, limpeza na obra, pouquíssima geração de resíduos e reutilização de materiais. Resumindo, promovem sustentabilidade”.

container casa

O arquiteto Alexandre Hernandez, de Campinas, SP, que também já construiu uma morada em contêiner, informa que elas levam apenas 1/3 do tempo de uma obra comum para ficarem prontas. De acordo com o Corbas, é possível elaborar uma casa de 300 m² em apenas três meses.

“O custo varia muito, pois depende do projeto, indo dos mais convencionais (com o empilhamento regular das peças) aos mais audaciosos, onde a plástica pode colocar a construção bem próxima dos custos de uma em alvenaria”, informa Hernandez.

Detalhes da construção

Os contêineres podem ser obtidos junto as empresas de transporte marítimo ou liesings.

“A versão mais comum é a de aço sem revestimento interno. Porém, há opções com paredes mais espessas, devido ao isolamento térmico aplicado para levar produtos refrigerados. Estes são, consequentemente, mais raros e caros. As zonas portuárias são o lugar mais conveniente para buscar unidades com bom custo-benefício. A lei que regulamenta esse setor estabelece que a vida útil deles para uso comercial internacional é de, no máximo, dez anos e, por isso, apos esse período, há muitos em ótimo estado e com preços atrativos”, detalha o arquiteto de Campinas.

casa container
loja container
lojas container

Apesar da aparente fragilidade, os contêineres são bastante resistentes e duram décadas. Hernandez só não indica o uso em regiões litorâneas devido aos efeitos prejudiciais da maresia.

Normalmente, estes projetos contam com fundações de sapatas corridas e brocas, que devem estar concentradas e serem proporcionais aos vertices do modelo utilizado. Tudo dependerá da quantidade de unidades que serão empilhadas e do tipo de terreno. “Sugiro um calculista estrutural para esta etapa”, afirma o profissional do interior paulista.

Para assegurar o conforto térmico dos moradores, são necessários materiais isolantes, como de vidro, rocha ou PET entre as paredes, que costumam receber acabamento final de gesso ou placas de fibrocimento. “Também é garantido por materiais refletentes e boas práticas durante o projeto, como implantação adequada, que respeite e tire proveito dos ventos predominantes, da melhor insolação, do uso de massas arbustivas, telhado verde etc”, explica Corbas.

Em geral, as instalações hidráulicas e elétricas são executadas do modo convencional, ficando embutidas entre a parede de aço externa e o acabamento interno.

Segundo o arquiteto da capital paulista, clientes de diferentes perfis estão procurando por estas casas. “São pessoas com interesse em sustentabilidade e condições de consumir esse tipo de estética, como artistas plásticos, publicitários, fotógrafos, designers, arquitetos e até mesmo médicos e advogados.”

Hernandez indica estes projetos para todos aqueles que possuem “orçamento limitado, prazo curto e, claro, uma excelente mentalidade para novas descobertas”.

Ao Modo Lego

Localizada no norte do Maine, nos Estados Unidos, esta casa assinada pelo arquiteto norte-americano Adare Kalkin, do escriterio Architecture and Hygiene, chama atenção pela estrutura alaranjada de 4 mil m² formada por 12 contêineres reciclados. Por isso, foi batizada de 12 Container House.

Juntas, as estruturas sustentam os amplos vidros que levam vento e luz natural aos dois andares da residência. Em formato de “T”, o projeto foi ajustado de forma a integrar o interior ao exterior. Prova disso é que o pavimento térreo conta com aberturas para o jardim e duas escadas de aço no lado de fora levam ao segundo nível, onde os quartos estão localizados.

Para assegurar conforto térmico durante os dias frios, o piso de todos os ambientes é de concreto radiante e há uma lareira em cada andar.

Realidade Europeia

Sustentáveis e acessíveis, as casas em contêineres são bem mais comuns no Velho Continente. Alguns arquitetos, inclusive, se especializaram em construir com o material. É o caso de Patrick Par-touche, que além da residência em Lille, na França, planejou outras moradas com estas estruturas nas cidades de Arras e Lesquin. As grandes caixas de aço fazem parte da paisagem de vários países, principalmente, Holanda, Inglaterra e França.

Rusticidade Moderna

O arquiteto Adam Kalkin também é o responsável por este projeto que leva o nome de Casa da Velha Senhora (Old Lady House). Composto por 12 contêineres marítimos, fica em um lote superarborizado de três hectares na cidade de Califon, no estado americano de Nova Jérsei.

container rustico

Apesar da aparência urbana industrial, incorporou-se naturalmente paisagem, que pode ser apreciada do interior pelos amplos panos de vidro. Instalados nas portas de correr de mogno, favorecem a entrada de luz e ventilação e tornam a permanência na casa mais agradável.

Os acabamentos internos fazem os moradores esquecerem que estão em contêineres. Os pisos ganharam acabamento de cimento queimado e todas as ondulações dos contêineres foram escondidas por drywall Assim fica ainda melhor aproveitar o living generoso com lareira integra do à moderna cozinha em ilha.

Bucólica

Esta charmosa residência vermelha foi criada a partir de oito contêineres. Situada em uma zona rural de Lille, na França, conta com vista para um amplo campo com vacas, que pode ser visto através das grandes esquadrias de vidro da fachada.

Com 208 m², foi montada em apenas três dias, com a ajuda de guindastes. O transporte das peças foi feito por caminhões.

Idealizada pelo arquiteto francês Patrick Partouche, possui fundações de concreto armado e telhado com armação metálica com telhas de terracota. As portas originais no nível do solo e superior podem ser abertas ou fechadas do lado de fora para conferir privacidade ou proteger da luz solar direta. Para assegurar temperaturas agradáveis, as paredes e os tetos receberam painéis de MDF pintados de branco, piso radiante e aquecimento elétrico.

Completa

Foram necessários seis contêineres de 40 pés para montar o lar ideal do jovem casal recém-casado e seu bebê, em Curitiba, PR. “Eles desejavam uma casa diferente e que fosse construída rapidamente”, afirma Danilo Corbas, arquiteto que assina o projeto.

As solicitações foram cumpridas perfeitamente com o uso das estruturas de aço. Apesar do projeto ousado, os proprietários requisitaram padrões estáticos mais conservadores. E esta mescla, segundo Corbas, é o grande diferencial da casa de 240 m².

casa completa container

Sendo assim, a fachada branca recebeu pintura branca e acabamentos em madeira. ao passo que os ambientes internos apresentam artigos decorativos tradicionais. “Nos pisos foram usados materiais comuns como porcelanatos e laminados. Já nas paredes, utilizei desde revestimentos cerâmicos até chapas de gesso acartonado pintadas.”

Fonte:

CBCA/Revista Construir
http://www.cbca-acobrasil.org.br/noticias-ultimas-ler.php?cod=5925&bsc=&orig=noticias-ultimas

 

Sofá feito com pallets

Filed under: Arquitetura Sustentável — apontadoiceberg @ 6:00 pm

Você também é um louco apaixonado por pallets? Daqueles que não podem ver uma inspiração na internet que já sai por aí cheio de ideias, atrás de materiais para a sua próxima criação?

O Robinson Krueger animado com a ideia, mandou para o Facebook do Setor Reciclagem a sua mais recente invenção, com direito à passo a passo e tudo mais!

Confira como montar também um sofá de pallets recuperados e deixar a sua sala assim, cheia de espaço e conforto para receber os amigos e a família:

ACOMPANHE O PASSO A PASSO:

1. Recupere pallets e junte-os um ao lado do outro, criando uma base, de acordo com o tamanho que você desejar para o seu sofá.

2. Una os pallets

3. Com tábuas de madeira, reforce a parte inferior com vigamentos e aplique rodinhas.

4.  Fixe o encosto do sofá com vigas e parafusos de 15 cm, somente na parte de baixo.

5. Faça os braços do sofá e junte-os à peça. Assim, finalizando a sua estrutura. Se preferir, lixe e envernize a peça, para um melhor acabamento.

6. Agora você já pode colocá-lo no cantinho que preferir da sua casa. Finalize o seu novo sofá de pallets com o estofamento de diversas possibilidades de tamanhos, cores e formas, basta conversar com um tapeceiro.

7. Crie também partes que se anexem ao sofá, assim você poderá moldá-lo com diferentes formas para maior conforto.

Inspire-se com o trabalho! Crie você também um sofá com pallets.

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Fonte: http://www.artereciclada.com.br/madeira/sofa-feito-com-pallets